O meio ambiente virtual e a hipervulnerabilidade da pessoa idosa

A Revista Longeviver publicou o texto acadêmico escrito pelas advogadas Leticia Martins Bitar de Moraes e Graça Bendelack sobre o meio ambiente virtual e a hipervulnerabilidade da pessoa idosa.

Segundo as autoras: “ O que se espera é que esse novo meio ambiente não se torne regra em relação aos demais meios, essencialmente presenciais ou físicos, ou que o homem consiga um equilíbrio, a justa medida, para que o virtual não se sobreponha ao presencial. Podese dizer que o ambiente virtual mudou a própria noção de espaço e tempo do homem, sobretudo em razão da velocidade das mudanças, das inovações tecnológicas, que criam atrativos tão grandes, até mesmo quando imitam ou reproduzem meios presenciais de convivência, que a preferência passou a ser viver grande parte do tempo de maneira virtual ou de forma conectada, que o digam os que se utilizam dos smartphones.”

E pontuam: “não se quer traçar um perfil pessimista sobre o ambiente virtual, mas mostrar a realidade a qual as pessoas idosas terão que lidar para que não se tornem vítimas de criminosos ou de oportunistas virtuais, razão pela qual, devem ser adotadas medidas educativas e protetivas continuadas que possam tornar tal ambiente mais inclusivo e mais seguro ao idoso que queira estar conectado às redes digitais.”

Em liguagem clara e objetiva as autoras fazem reflexões importantes sobre o idoso no mundo virtual, um mundo que veio para ficar e onde atualmente contratos de viagem, hospedagem, transporte são pactuados diariamente. A hipervulnerabilidade da pessoa idosa é tema fundamental para qualquer regulamentação.

O texto completo pode ser encontrado na plataforma acadêmica OpenSource da Revista Longeviver.

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